Um narrador insiste, obcecado, que não é louco mesmo enquanto confessa ter assassinado um velho por causa de seu "olho de abutre" e escondido o corpo sob as tábuas do assoalho. Mas um som constante, cada vez mais alto, ameaça revelar seu crime e sua sanidade. Um conto curto e magistral sobre culpa, paranoia e os limites da mente humana.